terça-feira, 14 de agosto de 2012

Saiba sobre os sintomas da Rinite e como previni-la

A rinite é uma inflamação da mucosa nasal. É uma doença que pode ser causada por vírus, bactérias, fungos, ser decorrente de processos alérgicos, mudança de temperatura, medicamentos e irritação por fatores ambientais (poluição, produtos químicos e cigarro).

 

Os sintomas podem acontecer todos ao mesmo tempo ou predominar algum deles:

- Obstrução:sensação de nariz entupido
- Prurido: nariz que coça e espirros
- Secreção:saída de secreção (clara ou esverdeada), escorrimento nasal

Quando muito frequente, pode levar a sinusite, dor de cabeça, dor de ouvido e outras repercussões em vias aéreas superiores.

Situações como gripes e resfriados podem vir acompanhadas de rinite temporária de intensidade variável.

Em dias secos, é muito importante manter a mucosa nasal hidratada, para isso, utilize solução de soro fisiológico com freqüência e estimule ingestão adequada de líquidos. Se a rinite é de causa alérgica, pode vir acompanhada de outros sintomas de alergia como asma e dermatite. Os ácaros e o pólen são os principais envolvidos nesse processo. Um quadro de rinite alérgica não tratada pode desencadear uma crise de asma. 

Para se reduzir as repercussões da rinite alérgica, alguns cuidados são importantes:

Deixar os ambientes secos e arejados;
Reduzir a exposição aos ácaros: evitar cortinas, bichos de pelúcia, tapetes, carpetes e almofadas da casa;
Preferir pisos lisos e fáceis de limpar;
Proteger colchões e travesseiros com material antialérgico ou plástico para impedir o acúmulo de poeira e trocar roupas de cama com frequência;
Em alguns casos, pode ser necessário afastar animais de estimação.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWQWxfeWZoQUdDNW8
 

Cada um na sua...Cama!

Há muitos anos, uma das cenas mais comuns da vida de mãe é a criança acordar no meio da noite, caminhar até o quarto dos pais e pedir para passar o restante da noite na cama com eles. Com certeza, você já passou por isso.

Na primeira vez, tudo bem; na segunda, ele pode ter se assustado com um pesadelo; na terceira, estava doentinho ou com saudades da mamãe... E por aí vai. Nós sabemos como é difícil negar “abrigo” ao pequeno, ainda mais quando se passa o dia fora. Mas pense em quantas vezes você abriu uma exceção e viu a cena se repetir dias depois.

Apesar de ser prazeroso dividir a cama com seu filho e, muitas vezes, você mesma querer fazer isso, essa situação pode ser prejudicial a você, além de ser contraindicada pelos pediatras. Os movimentos ficam restritos; você passa a noite com medo de machucá-lo; quando um se mexe, o outro logo desperta; e no final, ninguém consegue aproveitar totalmente a noite de sono. Sem contar que isso atrapalha a vida íntima do casal e o desenvolvimento da criança, deixando-a mais dependente dos pais e insegura.

De acordo com especialistas, até os três meses de idade é recomendável que a mãe e o bebê dividam o mesmo quarto – quarto, jamais a cama! – para fortalecer o vínculo entre eles. Assim que a criança ficar maiorzinha, dormir profundamente e os pais se sentirem seguros em colocá-la em outro quarto, está na hora de a mudança acontecer. Não há uma idade certa para isso, porém, quanto antes, melhor.

Se você está iniciando essa transição ou está no meio dela, saiba que precisará de muita
paciência, já que a mudança não ocorre da noite para o dia.

Lembre-se de que pode haver exceções, mas elas precisam acontecer esporadicamente.
 
Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWN3VEeExEZVJmQTQ
 

Excesso de Proteína no 1° ano de vida pode fazer mal!

Além da quantidade, a qualidade do que é oferecido na alimentação também é muito importante. O tipo de gordura, carboidrato e a fonte da proteína influenciam na qualidade da alimentação como um todo.

A ingestão excessiva de Gorduras, Carboidratos e Proteínas aumentam o risco de desenvolvimento de doenças em curto e longo prazo:

Ingestão de gorduras = dislipidemias (aumento de colesterol) e excesso de peso.

Ingestão de carboidratos = risco maior para diabetes, dislipidemias (aumento de triglicérides) e excesso de peso.

Ingestão de proteína = risco maior para obesidade na vida adulta. A relação entre a ingestão excessiva de proteína nos primeiros anos de vida, especialmente, no primeiro ano, e o maior risco de desenvolvimento de obesidade no futuro é, relativamente, recente.

O leite materno é o alimento que contém menor quantidade e melhor qualidade de proteínas. Acredita-se que esse seja um dos fatores que se associa com a redução do risco de obesidade futura – por volta de 20 a 30% - em crianças amamentadas. O efeito da ingestão de proteína no risco de obesidade está relacionado ao efeito dela no equilíbrio hormonal da criança pequena que é “programada” para ganhar mais peso ao longo da vida.

Quando comparamos a quantidade de proteína que uma criança recebe por meio de leite de vaca, é possível perceber que a quantidade é superior a de crianças amamentadas.

O leite materno tem para cada 100 kcal por volta de 1,4 a 1,8g de proteínas. O leite de vaca possui 5 vezes mais proteínas quando comparado ao leite materno. Esse excesso de proteína do leite de vaca é um entre vários fatores para que não se recomende o seu uso para crianças menores de um ano e mesmo para crianças mais velhas (acima de um ano) a ingestão não deveria ser maior que 700 mL por dia.

No caso da impossibilidade do aleitamento materno, converse sempre com o seu Pediatra. Ele poderá ajudá-la a encontrar alternativas que ofereçam os nutrientes - tais como as proteínas - em quantidades e qualidade mais próximas ao leite materno.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWZnJDWEJEeElUY2M

Engatinhar para Desenvolver

Mamãe, você não vê a hora de vibrar com os primeiros passinhos do seu bebê? Normalmente, os primeiro passos e as primeiras palavras são bem esperados pelos pais, porém, as etapas que vêm antes são de extrema importância para os pequenos, como o ato de engatinhar. Engatinhar é superimportante para o desenvolvimento do seu bebê, afinal, é primeira ação de locomoção dos pequenos, quando eles começam a descobrir o mundo por si só. Além de ser um ótimo exercício para coordenação motora – já que ajuda a desenvolver a capacidade de mexer bracinhos e perninhas simultaneamente –, esta atividade também favorece a coordenação visual, dá aos pequenos a noção de espaço e distância, e ajuda a alinhar a coluna, preparando-os, assim, para ficar em pé com mais firmeza e equilíbrio.

Mas, e os andadores?

Atualmente, muitos pais ainda optam pelos andadores para dar mais independência aos seus filhos e por acreditarem que são mais seguros, o que é um erro. Os andadores não são recomendados nem pelos pediatras e muito menos pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a SBP, já que estes acessórios são responsáveis por grande parte dos acidentes graves que acontecem com crianças menores de quatro anos de idade. Seus riscos vão desde queimaduras – devido à proximidade da criança com as tomadas e panelas –, intoxicações, afogamentos e, principalmente, quedas. Neste último caso, uma em cada três quedas resulta em lesões graves, como fraturas e traumas cranianos.

Sem contar que com a utilização do andador, pula-se a fase do engatinhar e todos os seus benefícios. Assim, a criança acaba demorando mais para ficar em pé e caminhar sem apoio. No Brasil, diferentemente do Canadá, por exemplo, ainda não há uma legislação que proíba o uso dos andadores. Por isso, os especialistas contam com o bom senso dos pais. Fique atenta, mamãe!

Estimule seu bebê


A maioria das crianças começa engatinhar entre sete e oito meses. Claro que cada uma tem seu tempo, algumas nem passam pela fase do engatinhar, outras a pulam para tentar ficar em pé e depois acabam retornando a ela. O importante é incentivar o seu filho, e isso pode ser mais fácil do que você imagina, sabe como?

Se seu pequeno já senta, coloque-o no chão, em lugar limpo e seguro, e deixe-o livre para explorar. Outra dica bem bacana é colocar os brinquedos que ele mais gosta em seu campo de visão, mas distante do seu corpo; assim, para pegá-los, ele terá que se locomover. E que tal você se colocar à frente do seu bebê e chamá-lo para vir até você? Além de ser um grande incentivo, você irá se deliciar com as risadas, gracinhas e esforço dele. Mamãe, é importante que você saiba que existem diferentes modos de engatinhar. Podemos dizer que cada bebê tem um estilo: há os que engatinham sentados, com quatro apoios, bumbum para cima, com uma perna só, e por ai vai. Todas as variações são normais, mas caso ache algo estranho, não hesite em perguntar ao pediatra.

Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWR3U0RVVKWkJodkU

Infecção de Urina

Trata-se de um quadro infeccioso, causado por bactérias, comum entre crianças e adolescentes. Quanto mais jovem a criança, maior o risco de evoluir para uma infecção mais séria. O que se deve considerar, além da idade, é se a infecção urinária aconteceu uma única vez (sem outras causas) ou se acontece várias vezes. Isso porque infecções de urina repetidas podem estar associadas a outras doenças e levar a prejuízo do funcionamento do rim em longo prazo.

Em relação aos sintomas, eles variam conforme a idade.

Em recém-nascidos: quadro mais sério que vai desde ganho de peso inadequado, vômitos, falta de apetite, irritabilidade, até uma infecção generalizada

Em lactentes: a febre é a principal manifestação. Não se espera observar nessa idade mudança do aspecto da urina e nem dor para urinar.

Em pré-escolares e escolares: comumente há febre associada à dor ao urinar, mudança da cor e odor da urina. Se houver febre e dor abdominal ou nas costas, pode-se pensar em um quadro infeccioso mais sérico, com comprometimento do rim.

Em adolescentes: febre é pouco frequente, só aparece nos quadros mais avançados e o mais comum é se observar dor ao urinar, mudança do aspecto da urina, urgência para urinar e sangramento na urina.

Frente a suspeita de uma infecção urinária deve-se proceder a coleta de exames para análise da urina e cultura da mesma para se observar se cresce alguma bactéria. Dependendo dos resultados das características da urina e da presença de colônias de bactérias, pode-se confirmar o diagnóstico.

O exame de cultura da urina não apenas identifica se há, mas também consegue dizer qual o nome e sobrenome da bactéria que está causando o quadro, o que ajuda muito a escolher qual o antibiótico adequado para cada situação.

Se for confirmado o diagnóstico de infecção de urina, alguns exames podem ser feitos,
dependendo da idade da criança podem ser mais simples ou mais complexos, para se procurar a causa da infecção urinária. É comum haver alterações da formação da bexiga, dos ureteres, do próprio rim como causa de infecção urinária.

O importante é evitar que ela aconteça outras vezes, para preservar o adequado funcionamento do sistema de produção, armazenamento e liberação da urina.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWaUtUMWRBVXhnODQ


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