quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Primeira Infância entenda esta etapa da vida

Mamãe, o termo primeira infância está sempre em evidência, por meio dos pediatras, educadores, em reuniões de pais, noticiários, escolas e em muitos outros lugares. Porém, você sabe o que ele significa e qual a sua importância?

A infância, em termos gerais, é a etapa da vida que começa no nascimento e vai até os 12 anos de idade. É a época em que seu filho mais se desenvolve, adquire conhecimento da vida e do mundo por meio dos sentidos – visão, audição, tato, olfato e paladar – e da própria existência. Por isso, corre, brinca, pula... é tudo novo e ele tem uma imensidão de coisas para descobrir.

Por ser tão importante, a infância pode ser dividida em três etapas: lactentes, do nascimento até o bebê completar um ano de idade; a primeira infância, de um a três aninhos de idade; e a criança propriamente dita, dos três anos completos até os 12 anos de idade. Depois disso vem a adolescência, a fase adulta e a terceira idade.


Mas afinal, por que a primeira infância recebe tanto destaque?


Porque este é o período de maior aprendizagem e descobertas. É justamente nesta fase,
principalmente até o primeiro ano de vida, que a criança cresce e se desenvolve rapidamente.

Basta observar: com cerca de quatro meses seu bebê ganhou peso, está mais encorpado e
consegue ficar sentado junto a um apoio; por volta dos cinco meses, este apoio já não é mais necessário; entre os seis e oito meses, começa engatinhar; aos nove, geralmente fica em pé com uma pequena ajudinha; perto de completar um ano, ele já consegue manter-se em pé sozinho e, após essa idade, surgem as primeiras palavras.

Podemos dizer que a palavra da primeira infância é a descoberta. Descoberta de formas, cores, texturas, sabores, espaços e é também uma fase de maior vulnerabilidade, pois seu bebê está começando a conhecer os limites. Por isso, ele necessita de uma proteção extra para ensinar o que pode ou não ser feito e o que implica perigo, ao mesmo tempo em que você o respeita e deixa que ele ganhe conhecimento do mundo ao seu redor.

A saúde, nutrição e bem-estar do seu pequeno nesta fase devem ser suas maiores preocupações, já que é justamente na primeira infância que se inicia a formação dos hábitos alimentares, o desenvolvimento mental, emocional, de aprendizagem e socialização da criança que irão acompanhá-la para o resto da vida.

Mesmo com todos esses cuidados e atenção extras que a primeira infância requer, não é preciso desespero nem desgaste, pois com certeza, esta também é uma das fases mais deliciosas que existem.

Redescobrir o mundo por meio do desenvolvimento do seu filho pode ser realmente emocionante, você concorda?


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWX3BWODhQV256LVU
 

Como prevenir e tratar assaduras

A assadura é um dos principais problemas na pele dos bebês. Ela acontece por uma irritação no local das fraldas ou dobras, locais mais quentes e que suam mais. No caso da assadura de fraldas há a presença de fezes e urina cujo contato prolongado é irritante para a pele e pode levara proliferação de bactérias e fungos no local.

Como evitar as assaduras de fralda ?

Trocar as fraldas com frequência para evitar o contato prolongado da urina e fezes com a pele Toda vez que trocar a fralda lavar o bumbum com água (para remover os resíduos) e, quando possível, sabão. Não é necessário esfregar ou usar lenços umedecidos. A limpeza deve ser delicada pois a pele da criança é muito sensível

Escolher com cuidado a fralda a ser utilizada. Se não está apertada, muito larga ou tem algum local que irrita ou fere a pele

E se a criança já tem uma assadura o que fazer ?

Algumas vezes mesmo com cuidados adequados a criança pode assar. Se houve mudança brusca de temperatura, alteração da consistência das fezes e frequência das evacuações (diarreia, mudança de alimentação, uso de antibióticos) ou em bebês que tem pele muito sensível.

Quando isso ocorre – pele vermelha e irritada - é importante:

Aumentar a frequência das trocas de fraldas e lavar o bumbum com água corrente e sabão, com delicadeza, em todas as trocas

Deixar um tempo do dia, se possível, o bebê sem as fraldas para a pele ficar exposta o que ajuda a diminuir a irritação

Utilizar pomada para assadura. Aplicar com cuidado e em pequena quantidade, lembrando que ela pode ajudar a diminuir a irritação mas também pode prejudicar a higiene do local. A remoção da pomada deve ser feita de forma cuidadosa para não ferir a pele (não esfregar) Não usar talco ou receitas caseiras, eles aumentam a chance de infecção e a irritação no local.

Se não houver melhora em alguns dias, se houver infecção no local, saída de secreção com odor ruim, muita dor ou sangramento marque uma consulta para que eu possa fazer uma avaliação.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWcEM1TTJscEtfZW8



Brincadeiras que estimulam o desenvolvimento do bebê de 10 a 12 meses

Com 10 meses

- Estimular e deixar o bebê engatinhar pela casa toda.
- Ensinar movimentos como tchau, sim, não e vem.
- Perguntar por pessoas e objetos para que ele aponte ou balbucie algo.
- Estender a mão e pedir algo para que ele se movimente até você e entregue.

Com 11 meses

- Colocar o bebê próximo a sofás, camas e mesas baixas para que ele tente se apoiar e andar em volta. Fique próximo dele.
- Dar um carrinho (grande) para que ele empurre.
- Dar potinhos ou caixinhas para empilhar.
- Nas refeições oferecer a colher para que ele tente comer.
- Colocar brinquedos na banheira na hora do banho e deixar o bebê brincar.
- Quando estiver trocando o bebê, explique os movimentos e peça para ele ajudar.
- Brincar de bola com ele.

Com 12 meses

- Ajudar o bebê a caminhar segurando-o pelas mãos.
- Dar um pote grande com brinquedos dentro e com tampa de rosca para ele tentar abrir.
- Dar papel, jornal e revistas para o bebê manusear.
- Dar brinquedos com cordinhas para que ele faça “movimento de pinça” para segurar a corda.
- Estimular o bebê a tirar seus próprios sapatos.
- Mostrar livros e revistas e contar histórias curtas para que ele reconheça objetos, animais e partes do corpo.
 
Todas essas atividades devem ser prazerosas para a criança e para você. Quando ela não
conseguir fazer uma das brincadeiras propostas, não desanime, repita em outra ocasião. Evite brincadeiras agitadas antes do horário de dormir, isso pode deixá-lo inquieto.

Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWVXpicndNYk1CSTA


Conjuntivites

Conjuntivite é toda a inflamação da mucosa conjuntiva*, caracterizada por vermelhidão, edema (inchaço) e saída de secreção do olho (exsudação). Pode ou não ter comprometimento da córnea (ceratoconjuntivite).

Os principais fatores de risco relacionados ao aparecimento de conjuntivite são uso de lente de contato, trauma, infecções virais e bacterianas.



As conjuntivites podem ser:

Hiperaguda: início e término em 24 horas
Agudas: início em horas e dias e duram até 3 semanas
Crônicas: duram mais do que 3 semanas

Os vírus são os principais causadores de conjuntivites em crianças – conjuntivite viral. Trata-se de um processo autolimitado que, geralmente, acompanha alguma infecção de vias aéreas superiores. Cursa com vermelhidão importante nos olhos, com saída de secreção clara (acúmulo durante a noite) e dilatação dos vasos sanguíneosda conjuntiva*. O processo dura por volta de 3 a 7 dias. Não é necessário, na maioria das vezes, nenhum tratamento específico.

A conjuntivite bacteriana apesar de menos comum é mais séria, mesmo assim é um processo autolimitado, cura espontânea em até 3 semanas e além da vermelhidão ocular, há saída de secreção mais espessa amarela e esverdeada. Algumas vezes pode ser necessário o uso de antibiótico tópico, sempre sob orientação médica, que pode reduzir a duração do quadro – especialmente quando o processo se estende por mais do que três semanas.

As conjuntivites alérgicas são comuns em crianças e adolescentes com outras doenças alérgicas. É comum associar-se ao quadro de rinite alérgica - rinoconjuntivite. Os fatores desencadeantes ou de piora do quadro são os mesmos para as outras doenças alérgicas – poeira (ácaros), fungos, poluição, animais de estimação e produtos químicos. Quando há piora do quadro alérgico o olho também tende a piorar, o inverso também acontece. O tratamento é afastar as causas que desencadeiam o processo (controle ambiental) e podem ser necessários medicamentos antialérgicos de uso local (colírios) ou por via oral, sempre sob orientação médica.

Processos que não melhoram com o passar dos dias, cursam com dor intensa, saída de secreção abundante, prejuízo da visão, aparecimento de lesões oculares (embaçamento, membranas, etc) precisam ser avaliados com atenção. Procure sempre o seu médico.

*membrana que recobre a parte branca do olho.

Autor: Maria de Fátima Braz Menezes


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Chegou a hora da Papinha. Eba!!

Durante a evolução da alimentação da criança, um momento importante é a introdução de alimentos complementares.Essa etapa deve-se iniciar aos seis meses de idade. A formação do hábito alimentar saudável deve durar por toda a vida e o início da alimentação complementar é muito importante. É um momento especial.

As orientações nessa fase relacionam-se com a oferta de alimentos naturais, variados e saudáveis, evitando-se a monotonia (variar cor, sabor, textura e temperatura) e ajustar a consistência dos alimentos para que a criança possa recebê-los de forma mais fácil e segura. A comida do bebê deve ter, desde o início, consistência de papa ou purê, preferencialmente, amassada com um garfo até que ele possa receber pedacinhos pequenos. Outra coisa importante é que não é necessário o acréscimo de sal, os alimentos já contêm sódio e a quantidade que a criança precisa é muito pequena. Sabemos hoje que o acréscimo de sal representa um excesso de sódio para o bebê que pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de pressão alta no futuro.

Quanto à composição, a papa deve conter porções de vários grupos de alimentos:

Grupo dos cereais, pães, tubérculos e raízes: arroz, batata, macarrão, mandioca, etc;
Grupo das verduras e legumes: beterraba, abobrinha, cenoura, alface, escarola, etc;
Grupo das leguminosas: feijão, ervilha, lentilha, grão de bico;
Carnes e ovos: bife, filet de frango, peixe;
Óleos e gorduras: óleo de soja, canola, girassol, oliva.

Os alimentos devem ser bem cozidos com a menor quantidade de água possível, amassados e, ao final, o óleo não aquecido deve ser adicionado (1 colher de chá) sobre a papa a ser oferecida para o bebê.

Quando não é possível preparar a alimentação do bebê, há problemas em se oferecer a alimentação da família (amassada) para a criança ou é melhor usar os alimentos próprios para bebês (papas prontas em potinhos)?

Especialmente para bebês, na fase entre 6 a 10 meses, recomenda-se não se introduzir a
alimentação dos adultos.A quantidade de sal, óleo refogado, tipo de alimento, quantidade de gordura, entre outros fatores, pode não ser saudável para uma criança que ainda é imatura (rins, intestinos, cérebro amadurecendo). Há recomendações nutricionais específicas para esses bebês que devem ser respeitadas para se reduzir o risco de desenvolvimento de doenças em curto e longo prazo. Nesse caso utilizar as papinhas prontas com preparo e alimentos específicos para bebês, é melhor opção – realmente eles não têm conservantes, contém produtos naturais, sua composição é adequada para cada idade do bebê.Pode-se pensar em usá-los de forma isolada ou combinada com outros alimentos, na composição de um cardápio saudável.

Isso é uma opção, também, quando é necessário levar alimentos para o bebê em passeios,
viagens, consultas. É mais seguro do que manter alimentos preparados em casa fora de
refrigeração – que podem rapidamente entrar em deterioração.

Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWRjRlNFpreUtBSE0
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...