quarta-feira, 13 de março de 2013

Como transportar o bebê de 7 a 9 meses no carro

Tipo de assento

Bebê-conforto ou conversível.

Bebê-conforto

Cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos até cerca de 9 kg, mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha.


Poltronas reversíveis

Cadeirinhas projetadas para carregar desde recém-nascidos até crianças de cerca de 16 kg ou mais, dependendo do modelo. Enquanto o bebê é pequeno, esses modelos são instalados de costas para o banco da frente do carro. Essa é a posição mais segura, porque protege o pescoço do bebê em caso de impacto

Peso e idade

Do nascimento até 9 ou 13 kg (conforme recomendação do fabricante) ou até 1 ano de idade.

Posição

Voltado para o vidro traseiro, com leve inclinação (conforme instruções do fabricante), de costas para o movimento e sempre no banco de trás.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWaVZhOXZ6WkRycmc
 

Como transportar o bebê de 4 a 6 meses no carro

Tipo de assento

Bebê-conforto ou conversível.

Bebê-conforto

São cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos até cerca de 9 kg, mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha.

Poltronas reversíveis

São cadeirinhas projetadas para carregar desde recém-nascidos até crianças de cerca de 16 kg ou mais, dependendo do modelo. Enquanto o bebê é pequeno, esses modelos são instalados de costas para o banco da frente do carro. Essa é a posição mais segura, porque protege o pescoço do bebê em caso de impacto.

Peso e idade

Do nascimento até 9 a 13 kg (conforme recomendação do fabricante) ou até 1 ano de idade

Posição

Voltado para o vidro traseiro, com leve inclinação, conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento e sempre no banco de trás.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWbi1veDV2bmxxbjA

 

O Teste do pezinho

Toda criança nascida no Brasil tem direito ao Teste do Pezinho (Triagem Neonatal). Esse exame muito simples é capaz de diagnosticar diversas doenças potencialmente graves que se não forem detectadas precocemente comprometem muito a saúde da criança.

Por sua vez, com o teste do pezinho é possível se fazer o diagnóstico antes mesmo do aparecimento dos sintomas. Ele deve ser feito depois das 48 horas de vida (quando o bebê já está mamando) até 30 dias – ideal entre 3º e 7º dias de vida.

O objetivo do “Teste do Pezinho” é diagnosticar, no mínimo, 4 doenças: Hipotireoidismo Congênito, Fenilcetonúria, Hemoglobinopatias (anemias hereditárias) e Fibrose Cística. O exame é feito com uma pequena punção no calcanhar do bebê e coleta de algumas gotas de sangue em papel filtro especial que, após estar seco, é embalado e enviado para avaliação.

Teste do Pezinho é apenas um teste de triagem. Um resultado alterado não implica em diagnóstico definitivo de qualquer uma das doenças, necessitando, de exames confirmatórios. 

Ainda existe a possibilidade de se realizar o Teste do pezinho ampliado, que pode rastrear
mais de 30 doenças.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWR04tOXd6cFFkWHc
  

O Teste do Olhinho ou do Reflexo Vermelho

Este exame tem como objetivo ver um reflexo vermelho que aparece quando um feixe de luz ilumina o olho do bebê. Quando presente significa que está tudo bem com o olho do bebê e que não há nada que atrapalhe a entrada e a saída de luz pela pupila. Esse teste descarta problemas na estrutura do olho como catarata e glaucoma, que se não forem diagnosticados e tratados precocemente vão atrapalhar o desenvolvimento normal da visão.

Esse exame deve ser feito em todos os bebês logo após o nascimento, ainda na maternidade. É simples e não dói. O médico usa um oftalmoscópio para observar o olho do bebê enquanto o examina. Se for encontrado algum problema a criança será encaminhada ao oftalmologista.

Durante esse exame o médico também examina todas as estruturas externas do olho para ver se está tudo dentro do normal e consulta após consulta a gente observa a evolução da visão, movimentos dos olhos e capacidade da criança fixar o olhar.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWN3Fha3JjWVVrcU0
 

Acidentes mais comuns na fase pré-escolar

As crianças nessa idade brincam muito e por isso, devem ser mantidas sob supervisão. Cuidado com:

Parques e playground

Quando a criança estiver brincando ao ar livre, locais onde há brinquedos, como parques, ou  playground de prédios, alguns cuidados são importantes para que se evite acidentes:

- Procure os brinquedos adequados para idade da criança. Observe se não estão quebrados, enferrujados ou possuem superfícies perfurantes ou cortantes.

- O melhor piso para esse tipo de local são os que absorvem impactos como grama, borracha ou areia fina.

- Prefira blusas sem capuz, retire cordões próximos ao pescoço e cachecóis.

- Mantenha constante supervisão. Geralmente, há brinquedos em movimento e crianças maiores no mesmo local. Após uma queda pode haver um trauma mais grave que poderia ser evitado se a criança for retirada do local de risco. Bicicleta e outros brinquedos que levam a movimento. O maior risco das quedas nesse tipo de equipamento são os traumas na cabeça e a maneira mais efetiva de prevenir esse tipo de lesão é o uso de capacetes adequados.

- Mesmo que a bicicleta ainda tenha rodinhas a criança deve usar capacete com selo do INMETRO. O capacete deve ser confortável e ajustado na cabeça (nem muito solto e nem muito apertado).

- Calce a criança com sapatos fechados e ajustados ao pé.

- Escolha lugares calmos, onde não há movimentação de veículos automotores.

- Mantenha vigilância, fique por perto, pois a criança não conhece os limites e não tem pleno controle do corpo.

No trânsito


A utilização de cadeirinhas especiais para o transporte das crianças agora é lei no Brasil, e reduz em mais de 70% os traumas graves em crianças. Por isso fique atento e siga as orientações para transporte:

- Para crianças de 9 a 18 kg (1 a 4 anos): é recomendado que se utilize uma cadeira de segurança. Use uma cadeira de frente para o movimento com sistema de retenção (cinto da cadeira) de 5 pontos, na posição vertical, de acordo com as instruções do fabricante.

- Para crianças de 18 a 36 kg (4 a 10 anos): recomenda-se a utilização de um assento de elevação ou “booster”. O assento de segurança faz com que o cinto de três pontos do carro passe nos locais corretos do corpo da criança: pelo centro do ombro e peito e sobre os quadris.

- Poltronas para o posicionamento do cinto do carro (boosters): são poltronas ou "banquinhos" que servem para a criança ficar mais alta e dessa forma usar o cinto normal do carro na posição correta. Esse tipo de assento de elevação pode ou não ter encosto. No caso dos sem encosto, é necessário que o carro tenha proteção para a cabeça, que evita o efeito de "chicote" em caso de acidente, um grande causador de lesões na medula espinhal. Os assentos de elevação com encosto têm a vantagem de posicionar melhor a parte superior do cinto e ser ajustáveis à altura da criança. Só podem usar esse tipo de poltrona crianças com mais de 4 anos de idade, segundo a resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWdWN5dXNGQVJoa1E
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...