sábado, 24 de novembro de 2012

1 ano! Fase de maior independência

Nesse momento a criança já tem muito mais liberdade para se movimentar. Quando está tomando banho, vestindo-se e escovando os dentes gosta de ajudar – o que, por vezes, vira uma grande brincadeira.

Preste atenção no final do primeiro ano de vida (começo do segundo ano) a maioria das crianças já iniciou o controle esfincteriano. Quando os pais percebem esse momento, devem estimulá-lo na criança, sem rigidez. Vale lembrar que não existe regra em relação ao momento nem ao modo como começa.



Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWYzFJZHZ2NXM2UG8



Como estimular os cuidados de higiene na fase pré-escolar

Aos 5 anos a criança já manifesta o desejo de cuidar de sua própria higiene. Claro, que ela não vai ficar responsável sozinha por tudo, mas é importante sentir-se responsável por esses “próprios” cuidados.

Nesse momento é importante que cada etapa de cada situação seja compartilhada e explicada:

- tomar banho
- escovar os dentes
- pentear o cabelo
- vestir-se
- lavar as mãos: antes das refeições, após o uso do banheiro, após brincar

A escovação de dentes

A criança deve adquirir o hábito de escovar os dentes antes dos 2 anos de idade. Os pais devem deixar as crianças escovarem os dentes primeiro e depois devem repetir a operação, quando as mesmas estiverem na faixa etária de 2 a 7 anos. A posição ideal é ficar atrás da criança, afastar os lábios e bochechas com a mãe e escovar os dentinhos da criança, com movimentos circulares e de varredura (da gengiva para fora do dente). Os movimentos de vai e vem devem ser feitos na superfície de oclusão dos dentinhos.

* Atenção a quantidade de pasta que a criança coloca na escova (deve ser mínima) para que a criança não engula com frequência e em grande quantidade.

Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWTGQ2VXczay1RY1U


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Uso de Andadores

O andador é considerado uma das invenções mais perigosas na vida do bebê, por ser causador de muitas lesões e prejuízos no desenvolvimento geral deste bebê. Algumas mães pensam que as crianças podem estar mais seguras com o uso do andador. “Não é verdade.” A maioria dos estudos mostra que ele provoca um efeito de atraso na marcha e bebês que usam andador tendem a apresentar um andar anormal. Apesar disso ser transitório, ¼ das lesões com andador envolvem a cabeça, incluindo fraturas e até mesmo TCE (trauma cranioencefálico).

Outro problema do andador é prejudicar o equilíbrio e o desenvolvimento neurológico, impedindo o bebê de explorar os objetos à sua volta. Impede que as crianças vivenciem as quedas, os pequenos tombos normais no início da marcha, prejudicando assim, o equilíbrio.

Infelizmente os andadores são utilizados muito na época em que o bebê está apto a sentar e não a andar ainda. É importante para a criança explorar seus próprios movimentos, portanto não devemos pular etapas. O uso do andador pode também provocar um encurtamento muscular das panturrilhas, promovendo uma alteração na estrutura óssea das pernas, devido a maior parte deles não se adequarem à altura da criança, causando a marcha nas pontas dos pés (andar de bailarina).

Pais que pretendem comprar andador para seu bebê podem empregar melhor seu dinheiro em outras alternativas para manter a criança no mesmo lugar e exercitar seus grupos musculares.

Neste caso indicamos o uso do cercadinho ou chiqueirinho; nele, com certeza a criança estará mais segura.

O Canadá é um dos países que proíbe a fabricação de andadores.

Assim, concluímos que o andador não é bom para o bebê, devendo portanto ser evitado o seu uso. Sempre devemos ter em mente que a natureza é sábia e tudo vem no momento certo.

Quando for a hora do nosso bebê caminhar, isto vai acontecer normalmente, no tempo certo.

Lembrar que o início da marcha pode variar geralmente dos 10 aos 12 meses, podendo haver variáveis, de acordo com a estimulação da criança.


Autor
: Maria de Fátima Braz Menezes


https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWQWVwM2ZVaWFrZE0

Uso de Bicos

O Bebê necessita usar chupeta ou mamadeira?

O uso de chupeta pode provocar alterações que irão repercutir na fala, na deglutição, respiração, mastigação e até mesmo na face (no sorriso) da criança, prejudicando a posição dos dentes.

Achamos que o uso de bicos, preferencialmente da chupeta, pode ser evitado, uma vez que as crianças quando são amamentadas ao seio não precisam deste complemento. Os bebês ao nascerem já tem a função de sucção desenvolvida, o que pode ser constatado ainda na gestação através do exame de ultrassonografia, quando podemos visualizar os bebês chupando o dedinho.

Ao mamar no peito as crianças costumam atingir uma satisfação alimentar e muscular concomitantemente, pois isto faz com que o esforço muscular seja completo (no aleitamento materno) e o bebê fica satisfeito; se ele ainda desejar sugar pode-se complementar com a própria amamentação.   Isto mostra que o bebê em aleitamento materno não necessita de chupeta ou mamadeira, uma vez que estes podem realmente prejudicar sua fala e dentição.  Trabalhos científicos demonstram que ao usar chupeta os bebês mamam menos ao peito. Se, em último caso for usada, não deixar que se instale um hábito.  Usar somente antes de dormir, pois as crianças nos primeiros meses de vida têm o sistema nervoso mais irritável e ficam ansiosas e chorosas antes de iniciarem seu sono.

Muitos pais terminam por adotar a chupeta por não suportarem o choro dos bebês. Porém este choro pode ser por frio, calor, fome, cólica, fralda suja ou necessidade de colo. Quando o bebê solta a chupeta esta não deve ser recolocada.  Ela também pode fazer com que a criança passe a respirar de forma incorreta, de boca aberta ao invés de respirar pelo nariz.  Posteriormente a sucção será substituída pela mastigação; a criança começa a ingerir líquidos no copo, portanto, o prazo máximo para a organização da vida da criança com bicos é até os dois anos de idade, quando há um melhor desenvolvimento da fala.  Assim atualmente estamos interrompendo o uso de chupeta aproximadamente aos 4 meses de idade, época em que a criança demonstra uma sucção menos vigorosa.

A forma de chupeta menos prejudicial é a chamada “ortodôntica” (achatada), apesar dos dentistas não gostarem do termo, uma vez que a ortodontia é visada para corrigir os dentes e não prejudicar.  De preferência sem aros ou argolas, para que não se pendure correntes nem fraldas (há casos de sufocação de crianças quando utilizam estes materiais).  Deve-se observar a forma e o tamanho da chupeta para não provocar dermatites no queixo e perioral.  Prefere-se o silicone, que deforma menos e é mais higiênico.

Não devemos esquecer que a chupeta também pode ser uma fonte de bactérias para a criança, uma vez que pode não ser bem higienizada (sempre deve ser fervida antes do uso) e, no caso da criança maior, quando cai no chão a criança pega e devolve à boca.

Dessa forma podemos dizer que os bicos podem efetivamente provocar problemas de ordem dentária, alteração na fala, no padrão de degustação, de respiração, de ordem infecciosa e até psicológica.
Para desestimular, na criança maior não deve-se furar a ponta da chupeta para mudar a sensação ao sugar. manter sempre no berço, lembrando que é para usar somente antes da hora de dormir. 

Nunca colocar várias chupetas à disposição da criança e a remoção deve ser gradativa, principalmente em crianças maiores. Sem ameaças, promessas, recompensas, ou punições.  A pessoa que cuida da criança sempre deve lembrar que a chupeta ou mamadeira não pode funcionar como algo muito importante para ela, porque é algo que a torna insegura e esta insegurança pode durar pelo resto da vida.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que os produtos fabricados tenham nos rótulos o seguinte enunciado: “O uso de mamadeiras, bicos ou chupetas prejudica a amamentação e seu uso prolongado prejudica a dentição e a fala da criança”.  Objetos estes que devem ser muito bem lavados e fervidos.  Serão proibidas propagandas desses produtos.

A mamadeira costuma ser oferecida a criança deitada e frequentemente tem o furo aumentado. Isto dará um fluxo excessivo de leite.  Para bloqueá-lo, a criança produz um movimento de língua contrário ao padrão adequado de sucção, o que geralmente contribui para o desequilíbrio muscular da face.  Os efeitos dependem da genética da criança.  Também ensina a criança a respirar pela boca.

Precisamos definir com nosso filho ou com a criança que convivemos que ela deve desistir da chupeta ou mamadeira, ser firme e sustentar a decisão.  Apoiar o esforço dela com nosso carinho, estando mais tempo com ela, conversando, antes dela iniciar o sono. “Se a criança sabe pedir e procurar a chupeta e a mamadeira é porque já passou da hora de retirá-las.”

Bebês internados ficam mais estáveis fisiologicamente durante o aleitamento por copo do que por mamadeira, facilitando assim o retorno ao seio materno após a alta.

Concluindo, o que realmente proporciona bom funcionamento fisiológico da criança, contribuindo efetivamente para um melhor desenvolvimento afetivo é sem nenhuma dúvida, o aleitamento materno prolongado, sem influência de fatores externos.

Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWR3JmYzhTMFR6cFU




O Sono do bebê

O SONO DO BEBÊ

Um recém nascido durante o primeiro mês de vida passa a maior parte do tempo dormindo. Estudos afirmam que em média dorme no mínimo 12 horas e no máximo 20 horas por dia. Durante as primeiras semanas é difícil estabelecer um ritmo. Devemos acordar levemente o bebê após cada 4 horas que ele se alimentou nessa fase, mesmo durante a noite. Senão ele continua dormindo e seu aporte calórico pode ficar deficiente.

É normal que nos 4 primeiros meses o bebê fique no quarto dos pais, porém em seu berço, por razões como amamentação e choro. Contudo, após este período de tempo é necessária a separação física entre os pais e o bebê, para que ele sinta que possui o seu próprio ambiente. É necessário prepará-lo desde cedo para sua independência. Se ele chorar, pode ter certeza que logo você irá ouvir e logo irá atendê-lo.


Coloque o bebê para dormir em seu próprio quarto. Cante para ele, leia, converse e brinque com ele antes de dormir.

Geralmente os bebês no primeiro ano de vida lutam contra o sono, principalmente após o sexto mês e ficam irritados (isto ocorre devido à imaturidade do Sistema Nervoso Central). Acostume o bebê a dormir com luzes apagadas; se necessário deixe uma luz discreta para que ele fique mais tranquilo. Quando necessário, fique um pouco em sua cama ou ao seu lado e durante a noite saia, depois volte e vá fazendo isto até o dia em que não volta e ele se sentirá seguro.

O quarto do bebê deve ter cores claras e suaves. Proteja os cantos pontiagudos e assegure que o berço cumpre as normas de segurança, evitando qualquer objeto que possa sufocar o bebê.

Faça-o perceber quando é dia e quando é noite. Nada de escurecer o ambiente, não tente diminuir os barulhos normais. De dia converse bastante com ele, à noite, evite barulhos e luzes.


Autor: Maria de Fátima Braz Menezes

https://drive.google.com/open?id=0BzyjX7Mgk5QWRVlqTFNRSkU2XzQ


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